quinta-feira, 6 de junho de 2013

Esta música não me sai da cabeça#1

 
Desde sábado que ando com isto na ideia, desde que a ouvi pela primeira vez que tem estado cá dentro a fazer eco.

Será que gritas ou estendes a mão?

quarta-feira, 5 de junho de 2013

À rasca mas com criatividade

A geração rasca mais uma vez provou e foi aprovada.
Foi excelente o concerto, a música e o espetáculo. A mim agradou-me a iniciativa, a ideia de perseverança destas pessoas com quem partilhei a vida no liceu. Mas isso já foi no milénio passado e todos crescemos muito. No meu caso cresci por dentro e por fora, a balança não mente.
Crescemos em sentidos diferentes, é como se olhasse para trás e visse as linhas cruzadas dos caminhos que fomos seguindo. Certo é que, para vencer muitas coisas ficaram por viver, e certo é também que demos muita cara a chapada.
Ir lá, inevitavelmente, transportou-me para o passado, aquilo que sentimos quando anda no ar um odor antigo. Podia dizer que foi agradável a sensação, mas mentiria, foi como me sentisse de novo com 18 anos e a mente fosse tomada pelas dúvidas daqueles tempo. 
Li esta semana, no Jornal de Noticias, um artigo da Ana Bacalhau em que ela falava de um vídeo que a transportou. Eu, tal como ela, se pudesse dira à Marta que a vida de adulto é excelente e que as ansiedades não eram necessárias, já que, embora nem sempre fácil, o caminho a levaria a bom porto. Diria àquela pessoa que a vida é um mar de possibilidades e que o sítio onde nós vivemos somos nós que o fazemos. Viver numa cidade pequena não significa, como na adolescência, só ter de interagir com aquelas pessoas naquele tão micro microcosmos. Podemos conviver com aquelas e com muitas outras. Afinal temos carro, a maior conquista da vida adulta.
Recordar será mesmo viver? Parece que neste sábado foi reviver e recriar! 
 
 
 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Hoje começa o fim de semana :)

Liberdade é como saborear um passeio de bicicleta sem precisar apostar corrida com ninguém. Apenas pedalar. No nosso ritmo.

Ana Jácomo

domingo, 19 de maio de 2013

Futebolices

Pior do que o futebol são os clubismos, especialmente os exacerbados. Pior que os clubismos são os anti clubismos, onde não importa quem ganhe desde que o nosso "não clube" perca.
Mas pior que isto tudo são os milhentos programas de televisão com comentadores de futebol. É que eu até percebo o lado deles, são pagos para fazer o mesmo que fariam no café à borla. Duas diferenças: sem minis, e com menos gritos.

sábado, 18 de maio de 2013

innnnnndiano


Esta semana, desde que fiz cá em casa comida innndiana, andei com este filme a piscar na minha mente .
O poder da memória seletiva e da associação permitem ler qualquer realidade como mais nos convém

sexta-feira, 17 de maio de 2013

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Medo de errar

Não considero que as pessoas devam sempre correr todos os riscos. Mas se de vez em quando não o fazemos a vidinha de todos os dias toma conta de nós, deixa-nos pensar que a dominamos. Eu não quero dominar a vida.
Reconheço, sem margem para dúvidas, que tenho saído magoada de algumas situações a que me imponho ir. Ás vezes há proveitos a longo prazo, noutras situações não. Não ganhei todas as batalhas, nem de perto nem de longe, mas faço desta a minha forma de viver. Gosto de desafios. Foi por arriscar, levando o incerto pelo certo, que trabalho onde gosto. Não trocava a minha atividade profissional por nenhuma outra, a não ser uma igual a ganhar o dobro do dinheiro.
Aprendi no entanto que temos que arranjar espaço para aproveitar e digerir o que de proveitoso vamos conseguindo. Encher os nossos dias de forma contínua e interminável com tarefas, pode levar-nos a não aproveitar nada do que fazemos.
Pensado na hipótese de ter um projeto meu, e não sonho com isso de forma muito demarcada, sei que os riscos e o trabalho são a base. Assim, as ideias podem já ir tomando forma, mas a capacidade de investir no desafio não está ainda totalmente ultrapassada. 
Orientando-me o mais que posso pela ideia "erre, mas aprenda!", vou traçando caminhos.
 
 
 “ Ele nunca escorregou. Ele nunca caiu. Ele nunca voou” in “A leste do paraíso” de John Steinbeck.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Desde sexta-feira

Desde sexta-feira que me sinto no "olho do furacão". Quando recuperar ligeiramente volto para escrever qualquer coisinha animadora e sincera, prometo. Isto dá-me forte mas passa-me rápido.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A televisão

Há milhentos canais pagos portugueses mas hoje só podemos escolher entre Benfica "o maior " e a crise " agora é que isto rebenta". Depois de algum esforço, estou a ver o purescreens nature, mas alto lá que é HD.
Uma tentativa de acalmar o "pêlo" para voltar à carga do fado da desgraçadinha versus Benfica, o imbatível.
Bem...se calhar desligo. Fica então a frase que me tem orientado nos últimos tempos nesta relação - "mete mais alto e desliga!!"

domingo, 28 de abril de 2013

Há dias felizes

Um pequeno almoço sem pressas na melhor das companhias faz de qualquer dia um dia feliz.
Feitas com amor e comidas com prazer.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Abrilando


 
Eles mudaram o que não estava bem, e nós como vamos encarar este desafio? É certo que não será com cantigas como "Grândola", nem com gritos  "luta, luta, camarada luta!", afinal estas ideias já resultaram, mas as coisas mudam. Pensemos um novas soluções para novos problemas.
Um dia de pausa mas acima de tudo um dia de reflexão. 
 
 


terça-feira, 23 de abril de 2013

Veio a Loulé :) !!!



 
No Sábado lá fomos nós passear ao cineteatro de Loulé. O espaço é mega agradável, mas o filme L'Intervallo deixou a desejar, na medida em que é alguma coisa entre o documentário e a ficção. O argumento é pouco claro. Os aspetos que mais gostei foram a prestação dos atores e a profundidade das personagens.   
O meu balanço é positivo porque gosto de coisas novas, diferentes e fiquei fã do ator. Bom, talvez isto se explique porque eu gosto de "patinhos feios". Adorei a forma como os dois se procuram e se partilham no espaço limitado onde estão.
 
  
 
 


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Pensamentos diários

Há tempos, ouvi que os nossos pensamentos são aos milhares diariamente, mas que se repetem muitas vezes, mesmo que  nós não saibamos. Desde então, passei a dar alguma atenção a este facto, e percebi que no caminho casa-trabalho dou comigo a lembrar-me dos mesmos factos nas mesmas fases do percurso. Isto não acontece todos os dias, como se fosse uma repetição, mas por vezes relembro-me daquilo e é ali, no sítio onde tal pensamento já me ocorreu anteriormente.
Uma frase que passa pela minha ideia vezes sem conta, e do que me é permitido analisar é fruto da arbitragem de ciclismo e da minha profissão, é " Tem um problema, resolva-o!!!". Simples, não é? Complicado é colocar em prática tão naïf ideia.
A propósito disto, deixo aqui uma ideia complementar, que sendo do autor que é, é infinitamente melhor que a frase daquela que vos escreve:

"Não há nenhum caminho tranquilizador à nossa espera. Se o queremos, teremos de construí-lo com as nossas mãos."
José Saramago

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Fomos ao rally


Para não criar aventuras desnecessárias fomos para uma Zona de Espetáculo. Depois de muitas dicas sobre os cuidados a ter e de termos saído de casa com duas horas de antecedência, nada disso se verificou necessário e fomos lá ter com rapidez e à primeira.
O ambiente estava giro, cheio de pessoas descontraídas que pareciam ter ações das maiores cervejeiras portuguesas, e que se não o têm, deviam pensar nisso que sempre não se perdia tudo.
Lá se matou o tempo aqui e ali, a aproveitar o sol, e a beber qualquer coisinha até que os carros começaram a  passar. Foi emocionante, mas só isso, ver é mesmo em casa com os comentadores a orientar e a não me deixar ter ideias muito erradas. Penso isto de muitos desportos, entre eles do meu favorito, o ciclismo.
Ver ciclismo é em casa porque tenho mais dados e tenho-os na hora em que acontecem, mas emoção é Malhão, é Senhora da  Graça! É gritar, fazendo-nos felizes, mesmo que o corredor não ouça, e mostrar que estamos com  ele e estamos a vibrar com isso. Há quem diga que os gritos dos adeptos fazem os corredores felizes, mas para mim, só fazem feliz aquele que grita. No que a mim diz respeito não sei concretizar, já que, há muito que não tenho essa relação de idolatria com nenhum corredor, por excesso de proximidade e de isenção. Quem sabe se nas novas gerações de ciclistas não há alguém, que eu desconheça o suficiente, para me fazer gritar fazendo-me feliz e quem sabe a ele também.
Quero ser fã de ciclismo, só isso, e mais nada, como ontem fui de rally. Ah!! mas devo dizer que ontem não gritei, ali há a certeza que os pilotos não ouvem, embora a cerveja ou a loucura leve alguns a gritar. 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Andamos a ler #1




Estou a ler este menino e não posso dizer que nos estamos a amar, mas temos passado algum tempo de qualidade juntos. Já tinha lido a "Sombra do Vento" do mesmo autor, e achei o primeiro francamente melhor, por um lado porque me identifiquei mais com a história, e por outro porque teve um factor surpresa sobre Barcelona e as suas vivências.
Não farei uma síntese do livro porque a blogosfera está cheia deles, feitos por quem terá certamente mais competências para o fazer, o que deixo aqui é a minha opinião sobre o mesmo. Considero que não sendo imperdível não deixa de ser um bom livro, sendo que, retiraria as referências que nos parecem remeter para o fantástico. Escrito com clareza permite uma leitura rápida sem deixar de nos acrescentar algo.
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Direitos do leitor:
1. O direito de não ler

terça-feira, 9 de abril de 2013

Estamos apaixonadas :)

 
 
 
Sabem aquela pergunta do "Alta Definição", alguém te conhece como tu te conheces? Parece que no meu caso há mesmo alguém que me conhece até melhor do que eu me conheço.
Fui surpreendida com este presente, sendo que, desde o dia em que nos vimos pela primeira vez estou maravilhada com esta clutch. A minha é tom natural.
Cresci a ver sobreiros e a saber que são precisos nove anos para que se possa retirar a cortiça, a saber que as utilidades deste produto são mais do que muitas. Há alguns anos soube do facto de a cortiça poder ser também usada como pele, mas confesso que o design não me agradava. Agora isso mudou e, após pesquisa, vi que além do meu presente lindo há muitas outras peças que me cativam.
Num mundo, em que cada vez mais tudo é igual em todo o lado, aqui está algo que é cá da terra, é único e especial.
Obrigada a quem me deu tão fantástico presente e fica aqui a ideia para "presenteadores" eventualmente sem ideias. 

domingo, 7 de abril de 2013

Movimento Free Hugs

A Free Hugs Campaign  é um movimento social que envolve pessoas a oferecer abraços a estranhos em locais públicos.
Adorei esta oferta, apesar de ter quem me dê, diariamente, abraços. Este foi inesperado e por isso teve um sabor diferente, um gesto que despertou reflexão.
Que é de nós sem os outros? Nada, então pensemos mais em nós como parte desse conjunto!  
 
Mssco

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Liberdades

Hoje após o trabalho, calmamente, em jeito de ritual, fui ao supermercado. Após um período de total abstração, ouço uma mãe dizer ao filho, de pouco mais de um ano que ainda nem falava de forma fluente, que "bolachinhas" queria. Perguntava, de forma sonora, enquanto lhe punha na mão os diferentes pacotes para ele testar na mão.
Decidam pais! Isso não faz de vocês piores pais, muito antes pelo contrário!

sexta-feira, 22 de março de 2013

Bora lá!!!

Vamos lá comer folares de Olhão e amêndoas de todo o lado. Quem alinha neste suicídio à linha, ou ao que resta dela?

quinta-feira, 21 de março de 2013

Geração "Fila do Pão"

Em tempos chamaram aos que são da minha idade a "Geração Rasca", depois, nós achámos era mais a "Geração à Rasca", o que não deixa de ser verdade.
É claro que nós, os que nascemos da última vez que o FMI nos visitou, que nos lembramos de só ter dois canais de televisão, nós que fomos a primeira leva de adolescentes a ter telemóvel e criámos essa nova linguagem SMS, nós que sempre pagámos propinas, que tivemos provas globais e exames a todas as disciplinas, nós que ainda nos lembramos de ir ao cinema com " mil paus" no bolso e passar uma grande noite, temos gente com qualidade e gente que a não tem.
Agora emigramos depois de estudar e de perceber que não há espaço para nós, esta é a verdade este "país não é para novos". Lembro-me de me terem dito quando me tornei parte da família do ciclismo português que ali "a idade era um posto". Sim, a competência é relativa e só funciona se associada a tempo de permanência. Parece-me que esta ideia se aplica a muitos outros campos das nossas vidas. Cá por casa temos conseguido viver e até progredir, com uma grande parte de esforço e uma não menor parte de sorte, que se aplica a tudo na vida, e que acredito seja condicionada pela nossa capacidade de entrar no máximo de jogadas. 
Este fim-de-semana ouvi dizer aos mais velhos aos da "Geração PREC" que nos devíamos revoltar, que não devíamos permitir o que está a acontecer, porque é uma "fuga de cérebros", porque isto-e-aquilo. Acho graça a esta geração dos nossos pais, que passou as grandes décadas de 90 e 2000 e se esqueceu que em tempos o dinheiro era contado, que se guardavam as coisas de uns irmãos para os outros, que se vivia em casa alugadas e se aproveitava ao máximo os recursos que se tinha. Gosto especialmente de os ouvir dizer que este é o pior período das vidas deles, o que só me indica que se esqueceram do que deve ter sido a Guerra Colonial. Não estou a dizer que estamos bem, porque não estamos, mas não posso assumir que não ter emprego é tão grave como ir para a guerra, defender com a vida territórios a que nunca fui, nem assumo como a minha terra.
Termino dizendo que somos a Geração "Fila do Pão". Estamos sempre numa fila interminável para o que quer que seja, e que quando finalmente chega a nossa vez , depois de nos esforçarmos e de termos que colocar em funcionamento toda a nossa capacidade de auto controlo, após o nosso pedido alguém responde "era assim...mas já não é, agora tem que fazer mais, ser melhor, provar novamente que é capaz, e sabe-se-lá-mais-o-quê".
 
Mssco

terça-feira, 19 de março de 2013

Voltámos!

Parece que estamos de volta às partilhas.
Quando decidi que era momento para uma pausa não fazia ideia do quanto me ia fazer falta cá vir a este espaço. Pôr em comum o que nos vai dentro enriquece, e só quem nunca o experimentou não sabe do que falo.
Durante este tempo em que não estive por cá coloquei em prática o facto do nosso projecto de vida não avançar sem o nosso investimento máximo por um lado, sendo que, por outro a vida é só uma e não devemos deixar de aproveitar o que nos rodeia.
Neste período leu-se, essencialmente Isabel Allende, sendo os dois vencedores o Casa dos Espíritos e a Inés da Minha Alma.
Os filmes também tiveram um papel importante com destaque para o Argo, o Django e o Casablanca que só agora vi de "fio a pavio".
Quanto a séries a única " menina dos meus olhos" é Dowton Abbey. Ando a "acender velinhas" para passarem a terceira temporada na RTP, sim eu sei que a poss ver por meios paralelos mas a perguiça tem falado mais alto.
Além disso dormi o sono dos justos, estive onde me apetecia estar e deixei de fazer fretes que até nem sei se agradavam a alguém. É claro que tembém engoli um sapo ou outro mas a vida é mesmo assim. A vida é excelente, ninguém disse que era fácil, apenas se disse que ia valer a pena.

Mssco